IBGE: setor de serviços reage em Goiás

O setor de serviços em Goiás cresceu.
O setor de serviços em Goiás cresceu 6,2% em fevereiro frente a janeiro desde ano, registrando o maior crescimento desde o início da série histórica iniciada em janeiro de 2011 e colocando o Estado em quarto lugar no País sendo ultrapassado apenas por Mato Grosso, 14,8%; Tocantins, 11,5%; e Rondônia, 9,1%. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (14/4) pelo IBGE.


Quando comparado a fevereiro de 2020, o volume de serviços goianos apresentou aumento de 1,9%, puxado pela atividade “Serviços profissionais, administrativos e complementares”, que cresceu 28,3%, sendo o nono aumento seguido e o maior da série histórica, acumulando nos 12 meses um crescimento de 11,1%. As atividades com queda foram “Serviços prestados às famílias” (-19,9%), que apresenta variação negativa desde o início da pandemia, em março de 2020, e acumula perda de 38,6% nos últimos 12 meses; seguidas por “Outros serviços” (-3,8%), “Serviços de informação e comunicação” (- 2%) e “Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio” (-1,7%).


Turismo
Em fevereiro passado, o setor de turismo goiano apresentou a maior alta do país, mas continua caindo na comparação com o ano anterior. O índice de atividades turísticas apontou expansão de 9,1% no mês de fevereiro frente a janeiro de 2021. Quando comparado com fevereiro de 2020, o setor apresentou recuo de 14,3%, sendo a 12ª segunda queda consecutiva. No acumulado dos últimos 12 meses, redução de 35,4%.


Brasil
Regionalmente, frente a fevereiro de 2020, 17 das 27 Unidades da Federação tiveram taxas negativas. As principais influências negativas vieram do Rio de Janeiro (-5,3%), Bahia (-14,0%), Paraná (-7,1%) e Distrito Federal (-11,0%). Os resultados positivos mais relevantes vieram de Minas Gerais (6,2%), Santa Catarina(9,9%), Amazonas (10,7%) e Mato Grosso (6,3%). Nessa base de comparação, Goiás ficou em oitavo, com variação de 1,9%.


No acumulado do ano, frente a igual período de 2020, houve quedas em 18 das 27 unidades da Federação. Os principais impactos negativos vieram de São Paulo (-2,9%), Rio de Janeiro (-5,3%), Para- ná (-8,0%), Bahia (-13,0%) e Rio Grande do Sul (-8,0%). Goiás acumula -1,2% de variação em 2021. Já as contribuições positivas mais relevantes vieram de Minas Gerais (4,0%) e Santa Catarina (7,5%).
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